The WordPress.com stats helper monkeys prepared a 2013 annual report for this blog.

Here’s an excerpt:

A San Francisco cable car holds 60 people. This blog was viewed about 1,200 times in 2013. If it were a cable car, it would take about 20 trips to carry that many people.

Click here to see the complete report.

Bibliotecas, arquivos e comunicação em tempos digitais.  Boas reflexões!

A pouco recebi a melhor notícia do ano (até agora ;)) Meu orientador do doutorado (prof. Othon Jambeiro), ligando de Curitiba para dizer que minha tese recebeu o Prêmio Compolítica de Melhor Tese!!!!

Como me sinto?! Surpresa, alegre e realizada! 😀

O Grupo de Estudos de Políticas de Informação, Comunicações e Conhecimento (Gepicc) vem desenvolvendo pesquisas desde 1995, inicialmente sobre regulação de infra-estruturas, tecnologias, produtos e serviços de informação e comunicações. Incluídos nesta temática estão estudos principalmente sobre políticas de informação e comunicações; democratização da informação, das comunicações e da cultura; economia política da comunicação; Sociedade da informação. Sobre esta temática seus participantes apresentaram em eventos científicos e publicaram em revistas acadêmicas, capítulos de coletâneas e livros, dezenas de trabalhos.

Os enfoques predominantes nesta produção intelectual são democracia, cidadania e participação social, sempre vinculados às tecnologias de informação e comunicação. Na medida em que novas configurações tecnológicas, econômicas e políticas se estabeleceram, particularmente no início do século XXI, o grupo ampliou suas áreas de interesse e passou a abranger outras áreas de estudo, com destaque para: inclusão e letramento digital; competências infocomunicacionais; governo eletrônico; mídias contemporâneas e cultura digital; democracia digital. Mais recentemente o Gepicc vem se preparando para direcionar sua atenção também para o campo das políticas, estratégias e gestão de documentos, da informação e do conhecimento, notadamente em aspectos como: inovações tecnológicas e gerenciais e suas consequências políticas, econômicas e sociais; propriedade intelectual; informação, conhecimento e inovação; processos de geração, gestão, difusão, uso, segurança e preservação da informação em ambientes digitais; gestão dos ativos intangíveis,  aprendizagem organizacional e redes sociais. Suas pesquisas envolvem, além de pesquisadores permanentes, doutorandos, mestrandos e bolsistas de Iniciação Científica.

Site do Gepicc

http://player.vimeo.com/video/57126054#at=0

Como falar de sustentabilidade com essa cultura de consumo?

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2012 deste blog.

Aqui está um resumo:

The new Boeing 787 Dreamliner can carry about 250 passengers. This blog was viewed about 1.600 times in 2012. If it were a Dreamliner, it would take about 6 trips to carry that many people.

Clique aqui para ver o relatório completo

Não se sabe se é uma dessas piadas que acabam sendo folclore ou se é verdadeira, mas muito pertinente para a situação de Salvador.

http://revolucionaria.files.wordpress.com/2009/11/justica.jpg

Una  mañana cuando nuestro nuevo profesor de “Introducción al Derecho” entró en la clase lo primero que hizo fue preguntarle el nombre a un alumno que estaba sentado en la primera fila:  
– ¿Cómo te llamas?

Me llamo Juan, señor.

¡Vete de mi clase y no quiero que vuelvas nunca más! – gritó el desagradable profesor.   Juan estaba desconcertado.  Cuando reaccionó se levantó torpemente, recogió sus cosas y salió de la clase.   Todos estábamos asustados e indignados pero nadie dijo nada.

Está bien. ¡Ahora sí! ¿Para qué sirven las leyes?… Seguíamos asustados pero poco a poco comenzamos a responder a su pregunta: “Para que haya un orden en nuestra sociedad”   “¡No!” contestaba el profesor   “Para cumplirlas” “¡No!”   “Para que la gente mala pague por sus actos” “¡¡No!!   ¿Pero es que nadie sabrá responder esta pregunta?!”…  “Para que haya justicia”, dijo tímidamente una chica.   “¡Por fin!  Eso es… para que haya justicia.   Y ahora ¿para qué sirve la justicia?”

Todos empezábamos a estar molestos por esa actitud tan grosera.  Sin embargo, seguíamos respondiendo:  “Para salvaguardar los derechos humanos” “Bien, ¿qué más?”, decía el profesor. “Para discriminar lo que está bien de lo que está mal”… Seguir… “Para premiar a quien hace el bien.”

Ok, no está mal pero… respondan  a esta pregunta  ¿actué correctamente al expulsar de la clase a Juan?…. Todos nos quedamos callados, nadie respondía.    Quiero una respuesta decidida y unánime.

¡¡No!!- dijimos todos a la vez.

¿Podría decirse que cometí una injusticia?

¡Sí!

¿Por qué nadie hizo nada al respecto?  ¿Para qué queremos leyes y reglas si no disponemos de la valentía para llevarlas a la práctica?  Cada uno de ustedes tiene la obligación de actuar cuando presencia una injusticia.  Todos.  ¡No vuelvan a quedarse callados nunca más!   Vete a buscar a Juan – dijo mirándome fijamente.

Aquel día recibí la lección más práctica de mi clase de Derecho.

 
Cuando no defendemos nuestros derechos perdemos la dignidad, y la dignidad no se negocia. 

Seminário Competências Infocomunicacionais e Participação Social