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A pouco recebi a melhor notícia do ano (até agora ;)) Meu orientador do doutorado (prof. Othon Jambeiro), ligando de Curitiba para dizer que minha tese recebeu o Prêmio Compolítica de Melhor Tese!!!!

Como me sinto?! Surpresa, alegre e realizada! 😀

http://player.vimeo.com/video/57126054#at=0

RESUMO
Com a potencialização de acesso à informação e comunicação possibilitados pela internet, seu emprego em processos democráticos tem sido pesquisado sob diversos aspectos. No entanto, poucos estudos investigam como, de fato, pessoas e organizações utilizam os recursos digitais para a participação política. Este trabalho discute o emprego que organizações da sociedade civil dão à Internet, com ênfase nas suas ações de participação política. Os procedimentos metodológicos envolveram levantamento bibliográfico sobre os temas que permeiam o trabalho e entrevistas com 44 gestores de organizações em Salvador. Os resultados apontam que: (i) os principais usos da Internet estão relacionados à manutenção de contato constante com os pares e também à busca de informação; (ii) a Internet propiciou a renovação de algumas formas de participação política – a exemplo dos abaixo-assinados – e a emergência de novas, como o ciberativismo.
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Minha tese foi recomendada para ser editada para livro eletrônico (Edital e-livro da UFBA): https://sapi.ufba.br/sapi/Welcome.do

Novo artigo publicado!
Resumo:
Para a maioria dos cidadãos, a participação
política na democracia se dá por meio do voto
em eleições periódicas. Essa compreensão de participação,
no entanto, vem sendo pressionada tanto
por discussões teóricas, que defendem o desenvolvimento
da democracia pelo aprofundamento da
participação, quanto por deficiências crescentes dos
poderes públicos no atendimento das necessidades
sociais. Em decorrência, práticas participativas inovadoras,
que desafiam os conceitos estabelecidos,
têm estado cada vez mais presentes na atuação de
organizações da sociedade civil. Como um agir eminentemente
coletivo, a política democrática tem encontrado
em associações voluntárias da sociedade
espaços privilegiados para a interlocução, discussão
e apoio para causas de interesse público. Este
trabalho discute as formas de participação política
praticadas pelas organizações da sociedade civil em
Salvador, Bahia. Os procedimentos metodológicos
envolveram levantamento bibliográfico sobre os
temas que permeiam o trabalho e entrevistas com
44 organizações da sociedade civil em Salvador. Os
principais resultados apontam que: (i) a observação
da participação política entre organizações da sociedade
civil requer novos padrões de análise que
superem os tradicionais fatores: “participação eleitoral”,
“identificação partidária” e “confiança nas instituições”;
(ii) esses novos padrões de análise devem
agregar àqueles fatores a existência de novos atores
atuantes e interessados pelo cenário político; (iii)
dentre as principais formas de participação política
encontram-se aquelas alinhadas com os conceitos da
chamada democracia deliberativa, a exemplo da valorização
dos espaços de discussão pública, como os
fóruns; (iv) há mudanças nas formas de participação
política das organizações, principalmente no sentido
do incremento e variedade como se manifestam.
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Este trabalho discute o emprego que organizações da sociedade civil (OSC) dão à Internet nas suas ações de participação política. Os procedimentos metodológicos envolveram levantamento bibliográfico sobre os temas que permeiam o trabalho e entrevistas com 44 gestores de OSC em Salvador. Os resultados apontam que: 1) os principais usos da Internet estão relacionados à manutenção de contato constante com os pares, com os quais se articulam para a promoção e construção de políticas públicas, e também à busca de informação; 2) a Internet propiciou a renovação de algumas formas de participação política – a exemplo dos abaixo-assinados – e a emergência de novas, como o ciberativismo e o uso de blogs e redes sociais para denúncia de irregularidades e troca de experiências além-fronteiras.
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Para a maioria dos cidadãos, a participação política na democracia se dá por meio do voto em eleições periódicas. Essa compreensão de participação, no entanto, vem sendo pressionada tanto por discussões teóricas, que defendem o desenvolvimento da democracia pelo aprofundamento da participação, quanto por deficiências crescentes dos poderes públicos no atendimento das necessidades sociais. Em decorrência, práticas participativas inovadoras, que desafiam os conceitos estabelecidos, têm estado cada vez mais presentes na atuação de organizações da sociedade civil. Como um agir eminentemente coletivo, a política democrática tem encontrado em associações voluntárias da sociedade espaços privilegiados para a interlocução, discussão e apoio para causas de interesse público. Este trabalho discute as formas de participação política praticadas pelas organizações da sociedade civil em Salvador-Bahia. Os procedimentos metodológicos envolveram levantamento bibliográfico sobre os temas que permeiam o trabalho e entrevistas com 44 organizações da sociedade civil em Salvador. Os principais resultados apontam que: 1) a observação da participação política entre organizações da sociedade civil requer novos padrões de análise que superem os tradicionais fatores: “participação eleitoral”, “identificação partidária” e “confiança nas instituições”; 2) esses novos padrões de análise devem agregar àqueles fatores a existência de novos atores atuantes e interessados pelo cenário político; 3) dentre as principais formas de participação política encontram-se aquelas alinhadas com os conceitos da chamada democracia deliberativa, a exemplo da valorização dos espaços de discussão pública, como os fóruns; 4) há mudanças nas formas de participação política das organizações, principalmente no sentido do incremento e variedade como se manifestam. Veja o texto completo

 

Raquel comentou no Facebook, a respeito das manifestações na França: “Aqui em Portugal o governo irá diminuir os salários, aumentar impostos, colocou mais pedágios e o povo só diz: “É a crise!” . Agora sei que é daqui que herdamos esse lado de conformismo para não dizer outra coisa!”

Pois hoje os portugueses demonstraram algum “sangue nas veias”. Houve protesto de agricultores em Aveiro: